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domingo, 6 de setembro de 2015

Por que Deus não precisa perdoar?

Entretanto, direi isto. Você é digno, como qualquer outro. A falta de mérito é a pior acusação que se tem feito à raça humana. Baseia-se no senso de merecimento no passado, enquanto que Eu baseio seu senso de merecimento no futuro.

O futuro, o futuro, sempre o futuro! Lá é onde está sua vida, não no passado. O futuro. Lá é onde está sua verdade, não no passado.

O que já fez não tem importância, comparado com o que está a ponto de fazer. O que errou é insignificante, comparado com o que está a ponto de criar.

Perdoo seus enganos, todos eles. Perdoo suas paixões equivocadas, todas elas. Perdoo seus conhecimentos errôneos, suas compreensões mal guiadas, suas ações daninhas, suas decisões egoístas, perdoo de tudo isso.

Talvez outros não lhe perdoem, mas Eu sim. Outros talvez não lhe permitam esquecer, continuar, te converter em algo novo, mas Eu sim. Sei que não é o que foi, mas sim é e sempre será o que é agora.

Um pecador pode converter-se em santo em um minuto, em um segundo, em um fôlego.

Na verdade, não existe um "pecador", porque não se pode pecar contra ninguém, muito menos contra Mim. Por isso digo que te "perdoo". Uso a frase porque é uma que parece compreender.

Na verdade, não te perdoo e não te perdoarei nunca, por nada. Não tenho que fazê-lo. Não há nada que perdoar. Entretanto, posso te aliviar da culpa e isso Eu faço, agora, uma vez mais, como tenho feito frequentemente no passado, através dos ensinos de muitos outros mestres.

"Por que não os escutamos? Por que não acreditamos nisso, Sua maior promessa?"

Porque não podem acreditar na Divindade de Deus. Esqueçam de acreditar em Minha Divindade. Em troca, acreditem na lógica simples.

O motivo pelo que não preciso te perdoar é que você não pode me ofender, não pode me machucar nem me destruir. Não obstante, imagina capaz de me ofender e inclusive de me machucar. Que ilusão! Que obsessão tão grande! Não pode me danificar nem posso sair prejudicado de forma alguma, porque Eu Sou Inabalável. E que não pode ser prejudicado, não pode machucar a outro nem o faria.

Agora compreende a lógica que há detrás da verdade de que Eu não condeno, Eu não castigo, não tenho a necessidade de procurar retribuição. Não tenho essa necessidade, por que não fui e não posso ser ofendido nem prejudicado nem ferido em forma alguma.

O mesmo é verdade a respeito de si e de todos outros, Embora todos vocês imaginem que podem ser e que foram feridos, danificados e destruídos.



Sky

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Se vocês escolherem acreditar em um Deus que precisa de alguma coisa...



Se o pecado existisse, seria isso: permitir a si mesmo tornar-se o que é a partir da experiência dos outros. Esse é o "pecado" que todos vocês cometeram. Não esperam as suas próprias experiências, aceitam a experiência dos outros como evangelho (literalmente) e então, quando têm pela primeira vez a experiência verdadeira, sobrepõem a ela o que pensam que já sabem.


Se não fizessem isso, talvez tivessem experiências totalmente diferentes — que poderiam ir contra o que lhes ensinaram seus primeiros mestres e suas outras fontes. Na maioria das vezes, vocês não querem ir contra o que lhes ensinaram seus pais, suas escolas, religiões, tradições e todos os escritos sagrados — por isso negam as suas próprias experiências a favor do que lhes disseram para pensar.


(…)


Esses julgamentos e essas opiniões e idéias contradizem diretamente as suas próprias experiências, mas como vocês relutam em considerar errado o que lhes ensinaram seus mestres, convencem-se de que devem ser as suas experiências que estão erradas. O resultado é que negam a sua própria verdade em relação a esse assunto, com conseqüências devastadoras.


(…)


Surpreendentemente, vocês criaram essa mesma contradição no que diz respeito a Deus. Tudo que seus corações experimentam em relação a Deus lhes diz que Ele é bom. Tudo que seus mestres lhes ensinam sobre Deus lhes diz que Ele é mau. Seus corações lhes dizem que Deus deve ser amado sem medo. Seus mestres lhes dizem que Ele deve ser temido, porque é vingativo. Dizem que vocês devem viver temendo o castigo divino, tremendo em Sua presença. Durante todas as suas vidas devem temer o julgamento do Senhor. Porque o Senhor é "justo". E Deus sabe que terão problemas quando enfrentarem a Sua terrível justiça. Portanto, vocês devem "obedecer" às Suas ordens. Ou então...


Em primeiro lugar, vocês não devem fazer perguntas lógicas como, "se Deus queria uma obediência cega às Suas leis, por que criou a possibilidade dessas leis serem violadas"? Ah, todos os seus mestres lhes dizem — porque Ele queria que vocês tivessem o "livre-arbítrio". No entanto, que tipo de arbítrio é livre quando escolher uma coisa dentre outras leva à condenação? Como o arbítrio é livre quando não é a sua vontade, e sim a de outrem, que deve ser feita? Aqueles que lhes ensinam isso fazem Deus parecer hipócrita.


É dito a vocês que Deus é perdão e compaixão — contudo, se não pedirem esse perdão do "modo certo", se não "procurarem Deus" adequadamente, suas súplicas não serão ouvidas e atendidas.


Isso não seria tão ruim se houvesse apenas um modo adequado, mas há tantos sendo ensinados quanto há mestres para ensiná-los.


Por isso, a maioria de vocês passa a maior parte da vida adulta procurando o modo "certo" de adorar, obedecer e servir a Deus. A ironia de tudo isso é que Eu não quero a sua adoração, não preciso da sua obediência e não é necessário que sirvam a Mim.


Esses comportamentos são os historicamente exigidos dos súditos pelos monarcas — geralmente egomaníacos, inseguros e tirânicos. Não são de modo algum exigências divinas — e parece notável que até agora o mundo não tenha concluído que são falsas, não tendo nada a ver com as necessidades ou os desejos da Divindade.


A Divindade não tem necessidades. Tudo Que É, é exatamente isso: tudo que é. Portanto, por definição não tem necessidades e nem deseja coisa alguma.


Se vocês escolherem acreditar em um Deus que precisa de alguma coisa — e fica tão ofendido se não a tiver que pune aqueles de quem esperava recebê-la — então terão escolhido acreditar em um Deus muito inferior a Mim. Na verdade, serão Filhos de um Deus Inferior.


Não, meus filhos, por favor, deixem-Me afiançar-lhes novamente, através deste livro, que Eu não tenho necessidades. Não exijo coisa alguma.





segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tendo uma pessoa não pecado, ​​o que existiria para você perdoar?

Sky & Clouds



Tendo uma pessoa não pecado, ​​o que existiria para você perdoar?

Ovídio disse isso, e ele estava certo.



Todo mundo que aparece em nossas vidas mostra-se do jeito que estão aparecendo para que você possa mostrar do jeito que você planejou para aparecer. Você está mostrando-se dessa maneira? Ou você esqueceu por que a pessoa que está "fazendo isso para você" está fazendo isso para você...?

Não cometa o erro de pensar que tudo isso é real.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Pontos de Vista

Estamos escravos para o que não entendemos.

Vernon Howard disse isso, e ele estava certo. Por isso não evite escutar, ou até mesmo estudar, outros pontos de vista. Na verdade, faça rigorosamente assim. Quanto mais você se opor a alguma coisa, mais você vai se beneficiar de olhar para ela profundamente - com uma mente aberta, não cinicamente.

Este é um conselho excelente agora se está decidindo sobre uma pessoa em quem votar nas próximas eleições...

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O reconhecimento de sua fraqueza...


O reconhecimento de sua fraqueza é o primeiro passo na reparação de sua perda.

Thomas Kempis disse isso, e ele estava certo. Às vezes isso é a coisa mais difícil para as pessoas fazerem. No entanto, a auto-verdade e verdade com os outros sobre onde falhou quase assegura que você irá percorrer um longo caminho. Todos podem ver você de qualquer maneira, por que não admitir o que todo mundo está vendo?

Você não pode abandonar qualquer coisa, se você não pode perceber que você está segurando isso. Admita suas "fraquezas" e as veja se transformarem em suas maiores forças.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sobre o perdão



Pedro: Mestre, Tiago e eu não estamos de acordo sobre teus ensinamentos com respeito à redenção do pecado. Tiago afirma que tu nos ensina que o Pai nos perdoa até antes de pedirmos. Eu sustento que o arrependimento e a confissão devem preceder o perdão. Qual de nós está certo? 

Meus irmãos, errais em vossas opiniões porque não compreendeis a natureza das íntimas e amorosas relações entre a criatura e o Criador, entre os homens e Deus. Não alcançais o conhecimento da compaixão compreensiva que os pais sábios têm para com seus filhos imaturos e, às vezes, equivocados. 

Duvido que um pai inteligente e amoroso precise alguma vez perdoar um filho normal. Relações de compreensão associadas ao amor impedem desavenças que mais tarde requeiram reajuste e arrependimento por parte do filho e perdão por parte do pai. 

Digo-vos que uma parte de cada pai vive no filho. E o pai desfruta de prioridadee superioridade de compreensão em todos os assuntos relacionados com o filho. 

O pai pode ver a imaturidade do filho por meio de sua própria maturidade: a experiência mais amadurecida do velho.

Pois bem, para com os filhos pequenos, o Pai Celestial tem infinita simpatia e compreensão amorosa. O perdão divino, portanto, é inevitável. É inerente e inalienável à infinita compreensão de Deus e a seu perfeito conhecimento de tudo quanto concerne aos juízos errôneos e opções equivocadas do filho. Ajustiça divina é tão eternamente justa que inclui, inevitavelmente, o perdão compreensivo. 

Quando um homem sábio entender os impulsos íntimos de seus semelhantes, ele os amará. E quando amardes vosso irmão, já o tereis perdoado. Esta capacidade de compreender a natureza do homem e perdoar seus aparentes equívocos é divina. Em verdade vos digo que, se fordes pais sábios, esta deverá ser a forma de amardes e compreenderdes vossos filhos. E até os perdoareis quando um desacordo momentâneo vos houver separado.

O filho, sendo imaturo e carente de compreensão quanto à profunda relação pai-filho, terá freqüentemente uma sensação de separação diante de seu pai. Mas o verdadeiro pai nunca admitirá essa separação. O pecado é a experiência da consciência da criatura; não faz parte da consciência de Deus.

Vossa falta de capacidade e de vontade de perdoar vossos semelhantes é a medida da vossa imaturidade e a razão dos fracassos na hora de alcançar o amor. 

Vós manterdes rancores e alimentais vinganças na proporção direta da vossa ignorância sobre a natureza interna e os verdadeiros desejos de vossos filhos e do próximo. O amor é o resultado da divina e íntima necessidade da vida. Funda-se na compreensão, nutre-se do serviço generoso e aperfeiçoa-se na sabedoria.

domingo, 24 de julho de 2011

As três peneiras

Zeef / Sieve por mooste


Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade.
Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:
-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.
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