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domingo, 16 de junho de 2013
Suplicy sugere que a palavra "amor" seja incluída na bandeira
Da Agência Senado, em Brasília
19/12/201217h45
A inclusão da palavra "amor" na frase inscrita na bandeira nacional foi defendida nesta quarta-feira (19) pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP) em discurso em Plenário. Ele disse apoiar o projeto (PL 2179/2003), do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que substitui a expressão "Ordem e Progresso" da bandeira brasileira pela expressão "Amor, Ordem e Progresso".
Suplicy explicou que a expressão "Ordem e Progresso" foi retirada de lema positivista que defende "o amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim". O senador informou que a mudança espera mais apoio popular por meio do site incluaamornabandeira.org. Em apartes, os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Cristovam Buarque (PDT-DF) sugeriram alternativas. Taques afirmou que seria melhor colocar na bandeira palavras como "honestidade, decência, trabalho ou organização". Já Cristovam disse que a inscrição poderia ser "Educação é Progresso". Suplicy também recitou trecho da música Positivismo, de Noel Rosa e Orestes Barbosa, interpretada por Jards Macalé no álbum Amor, Ordem & Progresso: "O amor vem por princípio, a ordem por base / O progresso é que deve vir por fim / Desprezastes esta lei de Augusto Comte / E fostes ser feliz longe de mim". "Só agora no século 21 é que podemos ter uma ideia melhor da importância dessa palavra como catalisadora de misericórdia, de caridade, de solidariedade entre as pessoas", disse Suplicy.
Visto em http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2012/12/19/suplicy-quer-frase-amor-ordem-e-progresso-na-bandeira-nacional.htm
sábado, 21 de julho de 2012
Valores Humanos
O que nós estamos falando aqui com certeza esta noite, o âmago do que estamos discutindo, são valores.
É disso que se trata: valores humanos.
Martin Luther King falava sobre poder sem compaixão, autoridade sem moralidade e força sem visão. Eles são os valores que permitem que nossas sociedades abusem dos animais. Mas eles são também os valores que permitem que nossas sociedades abusem das pessoas e abusem igualmente do planeta, em nome da economia.
Você não pode separar os valores que permitem abusar dos animais daqueles que permitem abusar das pessoas e dos que permitem abusar do planeta, porque eles são os mesmos valores.
Foi Henry Salt, um grande reformador social, e ativista dos direitos dos animais porque, novamente, os dois são indivisíveis, que disse no início deste século:
“É inútil pregar a paz por si só, a justiça social por si só ou a bondade para com os animais, por si só. A causa”, disse ele,”de cada um de todos os males que afligem o mundo é a mesma: a falta geral de humanidade, a falta de conhecimento de que toda a vida senciente é semelhante, e que aquele que fere um semelhante está de fato ferindo a si mesmo.
Não é essa matança ou aquela matança que deve cessar” disse ele,”mas toda matança desnecessária – toda imposição arbitrária de dor ou morte sobre os nossos semelhantes”.
E se as pessoas que governam este país, e governam outros países, não vêem isso, então talvez eles precisem de uma Carta Magna de Direitos dos animais para constantemente lembrá-los, pois isso vai fazer, se começarmos a tratar os animais com dignidade, isso vai fazer muito pelas pessoas, porque se tivermos uma sociedade que trata os animais com amor, respeito e dignidade, teremos uma sociedade e um mundo que trata as pessoas e o planeta com amor, respeito e dignidade.
Como Gandhi disse, para terminar: “A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como seus animais são tratados”, e nessa base este país, e muitos outros países, não são grandes.
Já é hora deles serem e se pra isso é preciso uma Carta Magna, então que assim seja.
Por David Icke
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